17 setembro, 2009

a perda do cabaço

Bom, mesmo tendo acabado de criar o tal do twiter, vim pra cá e o fiz, este que vos fala. Vamos ver, acho que pode ser legal, tô falando meio que sozinha, então vamo lá!

Saudades de muitos aqui pelo Ingá, mas tb, fazendo o certo, buscando outras histórias...e elas bem estão chegando, acreditam, a todo o tempo!

Apaixoanda pela palavra-expressão que recebi do Deleuze, pela boca do Beto: Conect I cut, é isso ai, no corte-fluxo, fluxo seeempre!
Conecta, mas corta, pra conectar outros, são tantos!!

Hoje, eu agradeço o Marcelo Lopes, que foi incrível, o Max B. O., que pelo seu som no seu my space me inspira desde sábado, e a tudo, que é o sou do Camelo, outro Marcelo.


Delíiiirios!
(sumemo brasil original)

2 comentários:

RELEITURA disse...

uma linha descostura como um scout-eiro, seus nós, apontos de desarmes. Conect, cut, I, We, One;
hiperconect, hipercut.
Hipo I, Hipo We, Supra One...
Em pleno pânico há um cosmo a ser desvelado. Autópsia da espécie canibal, categoria faminto, do tipo parasita. Cut forever. Chega de tanto tricot. Parabéns.

ana gabriela disse...

tipo parasita...sumemo, vamo lá, e ó que os parasita nem merecem, me parece

e reza a vela!

obrigada sempre, Releitura