Não dá mais. Não dá mais pra ver e ignorar a condição da estabilidade no serviço estatal, que tá implicando num ranço (entendendo ranço como fluxo estagnado) dos servidores e na inércia dos outros nós, que “sabendo como funciona” acabamos por procurar outro caminho ou pelo “jeitinho”.
Sei lá, pode parecer muita viagem mesmo, esse dias um cara desses, um servidor (será que ele(s) serve(m )ou se serve(m)?) até riu da minha cara, por eu não saber como funciona .
Eu sei de algumas coisas. Só o que tá sendo necessário saber é sobre a estabilidade que este serviço dá. Serviço, não chamam nem de trabalho, enfim... Os outdoors das empresas que ensinam agente a passar nos concursos, rumo à estabilidade, denunciam o comércio formado em cima dessa condição de estabilidade em tempo difíceis, os de hoje. Então parece mais fácil se apegar nesse ranço, em meio à borrasca.
Tá difícil porque deixamos chegar neste ponto, eu penso, e o que tá feito tá feito, não dá pra negar. Eis o mundo de hoje! Mais ou menos como disse Kontratiev, quanto maior a onda, maior o tempo de sua inversão, quer dizer, deixamos chegar nesse ponto, então vai ser mais difícil e trabalhoso mesmo desfazer toda esta beleza da produção humana. Oxalá o Estado será uma delas, mas de acordo com o Kontra, isso vai levar um tempo maior... Podíamos começar por ora com essa palhaçada de estabilidade. Porque é só uma estabilidade empregatícia, de cada um deles, que reflete escancaradamente em desaceleração, preguiça, má atenção, e usos e abusos da posição de servidor.
Puxa, a instabilidade dá o start pra todas as possibilidades de cada singularidade que agente é dentro da multiplicidade. Fazer churrasco da vaca que sempre deu leite pra família foi um meio de corte, pra novas conexões, né Beto?! Vamo aí, galera, estabilidade é o caralho, vamos nos por prova, pagar pra ver, fuçar. Intuir e fuçar. Faça, force e fuce, não fique na fossa, ainda que confortavelmente estável, naquela fossa programada, “que faz parte”, pelo amor de Deus!
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