29 setembro, 2009
cines
Salve geral, a garota aqui chiquérrima foi na pré-estreia, com debate com o diretor e tudo, bem legal tb, não surpreende, mas foi bem feito, o papel da Andréia Beltrão é da hora, esse surpreendeu, gostei muito de assistir, um salve a tudo isso, quem não faz gol leva, então engulam mesmo! só que não fiquei pro debate, demorou a começar, e eu tava a pé, já meio tarde..enfim
de lá acabei passando pela rua da Tandy, senti o cheiro do jogo do Palmeiras no Dona Santa, tudo bem, vai, algumas bramas extra no cartão em troca da TV dos caras, valeu pelo jogo, pelo placar, pelas brejas, e pelos garçons, todos muito legais (o alagoano-carioca o mais!), seremos amigos de jogo, acho que sim.
Além disso, na semana tb rolaram A erva do rato e Guarapa. A erva é meio surreal, sei lá, muito cabeça...não entendi muito a proposta, mas gostei do personagem do Selton. Guarapa, puts...na boa, assumo, mas não gostei nem um pouco, dinheiro público jogado fora, nada que não já sabemos, o tal do mito da necessidade nordestino, claro que a outra face, mas assim mesmo, não concordo que é pra chocar os que ainda não se chocaram, peraí galera, 2009, fome no sertão, isso é novo? tamo na hora da proatividade, na solução mesmo, não dá pra esperar, não pra ficar chocando os que ainda não se chocaram, a condição é múltipla e vai acontecendo independente das sensações, happening, queiram eles ou não.
entremundos
e
"o que passou a viver que não viva?"
"errar, dizem que errar é humano"
não basta ser forte, tem que ser fortaleza
muito bom, é isso ai!
re-instaurar, pelo amor de deus!
talvez tradutora, tradutora de coisas gringas que me interesso ler, tô ouvindo direto que as traduções estão ruins, de repente, eu e mais alguém que saiba a outra lingua, podiamos traduzir coisas que eu adoraria ler, oportunidade de ler, e ainda ganhar pra isso.
28 setembro, 2009
Não institucionalizada, for ever
20 setembro, 2009
Pela não estabilidade no emprego público.
Sei lá, pode parecer muita viagem mesmo, esse dias um cara desses, um servidor (será que ele(s) serve(m )ou se serve(m)?) até riu da minha cara, por eu não saber como funciona .
Eu sei de algumas coisas. Só o que tá sendo necessário saber é sobre a estabilidade que este serviço dá. Serviço, não chamam nem de trabalho, enfim... Os outdoors das empresas que ensinam agente a passar nos concursos, rumo à estabilidade, denunciam o comércio formado em cima dessa condição de estabilidade em tempo difíceis, os de hoje. Então parece mais fácil se apegar nesse ranço, em meio à borrasca.
Tá difícil porque deixamos chegar neste ponto, eu penso, e o que tá feito tá feito, não dá pra negar. Eis o mundo de hoje! Mais ou menos como disse Kontratiev, quanto maior a onda, maior o tempo de sua inversão, quer dizer, deixamos chegar nesse ponto, então vai ser mais difícil e trabalhoso mesmo desfazer toda esta beleza da produção humana. Oxalá o Estado será uma delas, mas de acordo com o Kontra, isso vai levar um tempo maior... Podíamos começar por ora com essa palhaçada de estabilidade. Porque é só uma estabilidade empregatícia, de cada um deles, que reflete escancaradamente em desaceleração, preguiça, má atenção, e usos e abusos da posição de servidor.
Puxa, a instabilidade dá o start pra todas as possibilidades de cada singularidade que agente é dentro da multiplicidade. Fazer churrasco da vaca que sempre deu leite pra família foi um meio de corte, pra novas conexões, né Beto?! Vamo aí, galera, estabilidade é o caralho, vamos nos por prova, pagar pra ver, fuçar. Intuir e fuçar. Faça, force e fuce, não fique na fossa, ainda que confortavelmente estável, naquela fossa programada, “que faz parte”, pelo amor de Deus!
que viagem...
Que viagem...
18 setembro, 2009
Eu me rendo, como não?
Onde queres revólver, sou coqueiroE onde queres dinheiro, sou paixãoOnde queres descanso, sou desejoE onde sou só desejo, queres nãoE onde não queres nada, nada faltaE onde voas bem alto, eu sou o chãoE onde pisas o chão, minha alma saltaE ganha liberdade na amplidão
Onde queres família, sou malucoE onde queres romântico, burguêsOnde queres Leblon, sou PernambucoE onde queres eunuco, garanhãoOnde queres o sim e o não, talvezE onde vês, eu não vislumbro razãoOnde o queres o lobo, eu sou o irmãoE onde queres cowboy, eu sou chinês
Ah! Bruta flor do quererAh! Bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato, eu sou o espíritoE onde queres ternura, eu sou tesãoOnde queres o livre, decassílaboE onde buscas o anjo, sou mulherOnde queres prazer, sou o que dóiE onde queres tortura, mansidãoOnde queres um lar, revoluçãoE onde queres bandido, sou herói
Eu queria querer-te amar o amorConstruir-nos dulcíssima prisãoEncontrar a mais justa adequaçãoTudo métrica e rima e nunca dorMas a vida é real e de viésE vê só que cilada o amor me armouEu te quero (e não queres) como souNão te quero (e não queres) como és
Ah! Bruta flor do quererAh! Bruta flor, bruta flor
Onde queres comício, flipper-vídeoE onde queres romance, rock’n rollOnde queres a lua, eu sou o solE onde a pura natura, o inseticídioOnde queres mistério, eu sou a luzE onde queres um canto, o mundo inteiroOnde queres quaresma, fevereiroE onde queres coqueiro, eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fimDo que em mim é de mim tão desigualFaz-me querer-te bem, querer-te malBem a ti, mal ao quereres assimInfinitivamente pessoalE eu querendo querer-te sem ter fimE, querendo-te, aprender o totalDo querer que há e do que não há em mim
17 setembro, 2009
a perda do cabaço
Saudades de muitos aqui pelo Ingá, mas tb, fazendo o certo, buscando outras histórias...e elas bem estão chegando, acreditam, a todo o tempo!
Apaixoanda pela palavra-expressão que recebi do Deleuze, pela boca do Beto: Conect I cut, é isso ai, no corte-fluxo, fluxo seeempre!
Conecta, mas corta, pra conectar outros, são tantos!!
Hoje, eu agradeço o Marcelo Lopes, que foi incrível, o Max B. O., que pelo seu som no seu my space me inspira desde sábado, e a tudo, que é o sou do Camelo, outro Marcelo.
Delíiiirios!
(sumemo brasil original)



